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Prepare Já a sua PME para a Lei Geral de Proteção de Dados

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Sabe quando você entra em um site ou instala um aplicativo no smartphone e, logo de cara, surge um pedido de autorização para usar determinadas funções do aparelho ou de acesso a dados pessoais?

Essa solicitação é um reflexo de anos de discussões sobre privacidade e segurança de dados que culminaram na aprovação da General Data Protection Regulation (GDPR), um conjunto de leis adotado pela União Europeia em 25 de maio de 2018 e que inspirou a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) brasileira, que será adotada em agosto de 2020 A LGPD criará regras para a coleta e armazenamento de dados pessoais e representa um desafio para empresas, que terão que se adaptar a essa realidade.

A ideia é fazer com que as entidades tratem essas informações de forma mais transparente e, dessa forma, tenham segurança jurídica em suas atividades.

É aí que entra o Microsoft 365, uma suíte de aplicativos que alia dois conceitos que, até então, eram tidos como opostos: produtividade e segurança. Além disso, todo o conteúdo desse pacote já está em conformidade tanto com a GDPR quanto com a LGPD.

Solução prática – Microsoft 365
O Microsoft 365 inclui, além do Windows 10 e dos tradicionais programas do Office 365, um sistema de armazenamento em nuvem e uma série de ferramentas de proteção.

O objetivo dessas ferramentas é bloquear ataques cibernéticos e garantir a segurança de dados tanto em dispositivos pessoais quanto da empresa – anualmente, a Microsoft investe mais de US$ 1 bilhão em pesquisas relacionadas à segurança.

O Microsoft 365 também se destaca pela praticidade: todas as ferramentas funcionam em harmonia, dispensando a necessidade de buscar fornecedores individuais para cada tipo de ferramenta – o que, além de trabalhoso, tende a custar mais caro e abre o risco de brechas na segurança.

Garantir a segurança dos dados, aliás, é um dos principais desafios para as empresas no momento. Prova disso é que um estudo chamado The Future of Cybercrime & Security, divulgado pela consultoria Juniper Research em setembro de 2018, aponta que, nos próximos cinco anos, 146 bilhões de registros de dados deverão ser roubados em todo o mundo.

Por já estar adequado à LGPD, o pacote permite mapear dados e fazer uma auditoria da empresa, revisar políticas de desenvolvimento, treinar e conscientizar equipes e contar com um time de compliance. Isso simplifica o processo de adaptação à LGPD e também garante que a empresa esteja em conformidade com a nova legislação.

Lei para todos
Ainda que tenha uma ligação forte com o uso da internet, a LGPD afetará todos os setores da economia e também todas as empresas, inclusive subcontratantes como fornecedores, parceiros e agências.

Quando a legislação entrar em vigor, por exemplo, as empresas só poderão coletar dados pessoais com o consentimento do titular, sendo obrigadas a deixar claro o motivo da coleta dessas informações e como serão tratadas. Além disso, o usuário deverá ter acesso fácil a tais dados, podendo revogar o uso dos mesmos a qualquer momento.

Questões mais sensíveis, como religião, posição política ou orientação sexual serão tratados com ainda mais rigor.

É importante salientar que possíveis falhas na implementação de novos processos e produtos baseados na lei podem, por exemplo, custar caro: infrações dos termos da LGPD renderão multas de até R$ 50 milhões.

Para Adquirir Já a sua licença do Microsoft 365, clique aqui.

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O desafio da segurança digital em pequenas e médias empresas

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Com invasores atacando e comprometendo diretamente o desempenho das redes de internet, o cenário de cibersegurança se torna ainda mais preocupante.

Cuidar da fechadura depois que a porta foi arrombada não faz nenhum sentido, mas é assim que a maior parte de pequenas e médias empresas (PMEs) age quando o assunto é Segurança da Informação. O motivo é que essas companhias têm orçamentos apertados e acabam destinando a maior parte para ações voltadas ao aumento de produtividade.

Muitos empreendedores descobrem que a cibersegurança está diretamente ligada à performance somente após terem que lidar com perdas de dados e com as consequências de acessos não autorizados aos seus sistemas. Assim, acabam percebendo tardiamente que garantir um ambiente seguro é fundamental para maximizar os resultados dos negócios.

Hoje, dados cruciais estão alocados em ambientes virtuais e qualquer interrupção em sistemas significa grande prejuízo para as organizações. Empresas pequenas são justamente as que correm os maiores riscos. De acordo com as principais pesquisas de mercado, mais de 50% de todos os ataques cibernéticos dos últimos anos foram endereçados aos PCs e usuários de PMEs. A explicação por trás desses números é que muitos desses empreendedores não entendem a importância da segurança e, por isso, suas empresas geralmente não contam com nenhum tipo de proteção.

Apesar de reconhecerem a necessidade de agregar tecnologia às suas operações, a maioria das PMEs ainda não identifica o real valor da Segurança da Informação para seus negócios. Seu interesse é despertado por questões operacionais, como a disponibilidade de sistemas e ferramentas, a produtividade dos funcionários e a velocidade de processamento e de conexão com a Internet. Por isso, acabam adotando uma solução de proteção para controlar o acesso de seus colaboradores a redes sociais ou outros sites não autorizados, com objetivo de reduzir a perda de produtividade.

A partir de agosto de 2020, quando se encerra o prazo para que as organizações brasileiras cumpram as exigências da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), as consequências da falta de proteção e da ausência de políticas de segurança estarão ainda mais explícitas, já que a lei prevê multas para as empresas que não se adequarem. Com invasores atacando e comprometendo diretamente o desempenho das redes, o cenário se torna ainda mais preocupante, pois há um aumento no mundo de ataques destinados ao roubo de informações sigilosas ou de ações para manipulação de infraestruturas de TI.

Para aprimorar a segurança de seus ambientes e maximizar resultados, as PMEs devem mudar sua postura. O primeiro passo é entender a cibersegurança como parte central da estratégia de negócios. Os empresários precisam assimilar a importância do tema, adotar uma mentalidade voltada à segurança e, além disso, considerar que todos os elementos são importantes para garantir a proteção de seus dados – começando por orientações e políticas de acesso envolvendo os funcionários.

Criar uma cultura corporativa orientada à segurança deve incluir os usuários nas discussões sobre o assunto, capacitando-os para agir de maneira segura e proativa, além de permitir que as companhias ampliem suas camadas de proteção para prevenir e combater as possíveis vulnerabilidades da operação. É importante desenvolver uma cultura de cibersegurança que envolva toda a organização.

As PMEs devem aprimorar suas infraestruturas, reforçando as ferramentas de segurança à disposição dos negócios. Com a tecnologia evoluindo rapidamente, é imprescindível implementar soluções modernas, preparadas para garantir com eficiência a integridade de seus dados.

A vantagem do investimento em recursos avançados de cibersegurança é que as ferramentas de proteção permitem muito mais do que apenas evitar ameaças virtuais. Com essas soluções, as empresas podem administrar como seus funcionários utilizam a Web, controlar o tráfego de dados e priorizar banda larga de acordo com as necessidades de cada time, economizando tempo e recursos, e ao mesmo tempo endereçando os desafios de produtividade.

Aplicar medidas de segurança é uma iniciativa crucial para qualquer companhia sobreviver ao mundo digital, em especial para as PMEs. Ao adotar uma atitude proativa de segurança digital, os empresários irão agregar mais eficiência às suas operações e obter resultados muito melhores em seus negócios. Para isso, basta dar o primeiro passo.

Por Cleber Ribas, para o site Consumidor Moderno

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