Tag Archives: service desk

  • 0

Por que terceirizar os serviços de suporte de TI da sua empresa?

Tags : 

Share

Terceirizar os serviços de suporte de TI tem sido uma tendência cada vez mais adotada pelas empresas com sucesso.

Afinal, para que investir tempo, dinheiro e contratação de pessoal para um processo que não é o core business da empresa no lugar de direcionar estes recursos para o que trará resultados de negócios?

Além disso, as mudanças tecnológicas acontecem de forma tão acelerada, que rapidamente também a sua estrutura de TI tende a ficar ultrapassada.

Ao contratar o parceiro certo para implantar um projeto de suporte de TI – Service Desk – você garante os níveis de serviço adequados para atendimento dos usuários e sua correta gestão liberando a sua equipe de TI para apoiar as demais áreas de forma mais estratégica.

Terceirizar os serviços de suporte de TI exige um parceiro com especialização nas principais metodologias e tecnologias de mercado diminuindo o tempo de resposta para os usuários que solicitarem os serviços. Utilizando uma metodologia baseada em sistemas de referência o fornecedor garante um conjunto de boas práticas que serão aplicadas na infraestrutura, operação e gerenciamento de serviços de TI.

Um fornecedor especializado em Service Desk já tem um processo desenhado com o passo a passo seguindo uma metodologia o que garante a implantação do suporte de TI dentro do cronograma estabelecido com agilidade e redução de custo.

Pela experiência na implantação deste tipo de projeto e sua metodologia, um parceiro terceirizado considera todos os aspectos de implantação e gestão do suporte de TI: da configuração de procedimentos de atendimento, à escolha e/ou adaptação das ferramentas e infraestrutura da empresa, passando pela contratação e treinamento da equipe, até a conscientização dos usuários internos.

Isto não quer dizer que ao contratar o fornecedor de Service Desk, você seja obrigado a se encaixar em um modelo engessado, que não atenda as especificações da sua empresa. Muito pelo contrário, o parceiro certo adapta e escala o processo de acordo com as necessidades do cliente.

O que avaliar, no fornecedor, para terceirizar os serviços de suporte de TI

Equipe
O formato dos contratos pode considerar uma equipe alocada dentro da estrutura da prestadora de serviços, ou funcionando na estrutura da empresa, ou mesmo híbrida, onde parte da estrutura está na empresa e parte no fornecedor contratado. Seja in company ou com uma estrutura remota, o importante é ter profissionais treinados e aptos para atender e encaminhar as solicitações para que os usuários não tenham interrupções em suas tarefas.

Processos e ferramentas
Além de qualificado tecnicamente, o fornecedor certo deve oferecer a opção de flexibilização para se adequar aos processos e ferramentas já disponíveis, se adequando ao ambiente e estrutura de TI da sua empresa. Tentar impor um determinado jeito de trabalhar ou uma determinada ferramenta já indica que o fornecedor pode não ter a capacidade de adaptação, também, ao crescimento da demanda.

Suporte técnico multidisciplinar
Qual a equipe de TI de uma empresa, seja de que porte for, consegue ter profissionais técnicos com alto grau de conhecimento em áreas tão diversas como de microinformática, de redes, de banco de dados, de sistemas? Além dos profissionais de atendimento do Service Desk, um parceiro especializado conta com um time de especialistas que atuam de forma mais consultiva, em profundidade, ou apoiando as equipes nos atendimentos em incidentes mais complexos.

Tendo um parceiro terceirizado especialista e focado em resultados, regido por um SLA (Service Level Agreement), acordo de nível de serviço, você obtêm:

– análise e classificação dos erros;
– aumento do grau de satisfação do usuário;
– organização dos métodos de trabalho;
– geração de melhorias contínuas e referências para novos usuários;
– disponibilização de recursos tecnológicos atualizados;
– restauração da operação normal do serviço (incidentes);
– avaliação de impactos de mudança;
– obtenção de análise de indicadores como nível de satisfação, indicadores de fila/taxa de ocupação, entre outros.

Agora que você sabe porque terceirizar os serviços de suporte de TI para sua empresa é uma opção a ser considerada, conte com a Multiconecta para ser seu provedor deste tipo de serviço.

Quer conversar a respeito? Clique aqui e solicite uma visita.

Share

  • 0

Help Desk vs Service Desk: entenda a diferença de uma vez!

Tags : 

Share

Help desk e service desk são áreas voltadas para o suporte aos clientes (internos ou externos) e, entre as aplicações desses serviços podemos citar o setor de TI e um Call Center, por exemplo, que recebem as demandas, fazem as tratativas necessárias e fornecem uma solução.

Os termos semelhantes costumam causar certa confusão, mas já adiantamos que não se trata da mesma coisa e que cada um tem atribuições distintas.

Quer saber mais sobre essas diferenças, as boas práticas que devem ser aplicadas e quais indicadores devem ser acompanhados para monitorar o desempenho das equipes? Então continue com a leitura e confira!

Afinal, quais são as principais diferenças entre Help Desk e Service Desk?

O Help Desk, que na tradução literal seria algo como “balcão de ajuda”, é um serviço de atendimento que visa resolver problemas simples e rotineiros com maior rapidez. Entre as atividades realizadas pela área, podemos citar o registro de reclamações, falhas e outros problemas, esclarecimento de dúvidas e requisição de serviços.

Ele pode ser acionado por diversos canais — telefone, e-mail, chat e intranet, por exemplo — e cada vez que um cliente entra em contato, é feito um registro e a abertura de um chamado, que normalmente vem com um número de protocolo para acompanhamento. Esse serviço pode ser prestado por equipes internas ou por empresas terceirizadas, especializadas nesse tipo de atendimento.

O service desk, por sua vez, faz um trabalho mais complexo — em vez de atender a questões mais genéricas — e, por isso, costuma ser chamado de atendimento de segundo nível, enquanto o help desk é o primeiro nível.

Aqui, o foco é resolver problemas que levam mais tempo para serem solucionados, situações mais complexas e, portanto, a equipe deve ser mais especializada, visto que é necessário maior conhecimento técnico para garantir a qualidade e eficiência no atendimento.

Essa área também trabalha com chamados abertos por vários canais, porém, a diferença é que o atendimento também pode ser feito presencialmente, se é o caso de realizar algum reparo ou troca que demandam o trabalho de um profissional mais qualificado.

Para exemplificar melhor como funciona a diferença entre as áreas na prática, vamos citar um serviço de TI. Quando você entra em contato com o suporte para tirar uma dúvida sobre o funcionamento de determinada ferramenta, você é atendido por um colaborador de help desk — um chamado rápido e simples de ser resolvido.

Porém, se o contato foi feito para informar que um equipamento estragou, por exemplo, o chamado é direcionado para um service desk — que pode ser interno ou terceirizado —, que fará serviços de reparo ou a troca do item em questão.

Quais são as boas práticas que cada setor deve adotar?

Existem algumas boas práticas para garantir a qualidade dos atendimentos que são comuns às duas áreas. Conheça as principais.

Formalização dos procedimentos

O ideal é ter todos os procedimentos padronizados e que eles sejam formalizados e disponibilizados para a equipe consultá-los a qualquer momento — o que pode ser por meio de documento físico ou arquivos digitais.

Isso ajuda a tornar os processos mais fluidos e evitar que os colaboradores interrompam as atividades com frequência para tirar dúvidas sobre questões simples, que poderiam ser resolvidas se houvesse um manual sobre os processos.

Investimento em tecnologia

Contar com sistemas de informação e outras ferramentas tecnológicas é fundamental para que os setores tenham um bom desempenho e consigam resolver as questões levantadas com eficiência, agilidade e qualidade.

Isso vale tanto para o investimento em softwares voltados para o help desk e service desk quanto para outras soluções, como o CRM, que reúne informações sobre os clientes e ajuda a visualizar o histórico deles com a empresa.

Feedback para a solução de problemas

Assim como o gestor precisa fornecer feedbacks para as equipes, a fim de aprimorar o desempenho profissional, os colaboradores também podem passar suas impressões sobre os processos e as dificuldades enfrentadas na rotina, por exemplo. Como eles lidam diretamente com as operações, são as melhores pessoas para indicar quando um procedimento é falho ou precisa de melhorias.

Treinamentos de capacitação e qualificação

Os profissionais — atendentes, analistas e técnicos — precisam receber treinamentos para saberem solucionar os problemas levantados. No caso de áreas que lidam diretamente com o cliente, também é importante investir na qualificação, para que eles tenham excelência no atendimento e lidem com as requisições da melhor forma possível.

Lembrando que entre os diversos tipos de treinamento, o ideal é fornecer:

  • treinamento de atendimento ao cliente;
  • capacitação para a solução de dúvidas;
  • treinamento sobre as ferramentas usadas no setor;
  • atualizações profissionais.

Pesquisas de satisfação para melhorar o atendimento

A opinião dos clientes é o melhor termômetro para identificar a qualidade e eficácia de um atendimento, tanto pela tratativa que os atendentes dão quanto para o grau de solução das demandas. Em outras palavras, não adianta muito ter excelentes notas no atendimento, se o índice de solução está aquém do esperado.

Portanto, vale a pena fazer uma pesquisa de satisfação no término de cada atendimento. Para isso, podem ser usadas três perguntas simples:

  • De 0 a 10, qual é a nota dada para o atendimento prestado?
  • De 0 a 10, qual é a nota dada para a solução dos problemas?
  • De 0 a 10, de maneira geral, qual é o grau de satisfação com o serviço?

​A partir dos resultados, é possível conhecer a qualidade do trabalho feito pelo atendente, a eficácia dos processos e se os dois, aliados, garantem qualidade para os clientes.

Quais KPIs devem ser acompanhados para aprimorar o atendimento da TI?

Para aprimorar os atendimentos da área de TI, é necessário acompanhar indicadores de desempenho, que ajudam a apontar a performance das equipes e o grau de eficácia nos processos. Saiba quais são os principais indicadores que podem ser acompanhados nos tópicos a seguir.

Percentual de chamados resolvidos

É calculado com base na quantidade de chamados solucionados, comparada à quantidade de chamados abertos no mesmo período. Ele é fundamental para entender a eficácia do setor e se a equipe disponível é suficiente para atender às demandas.​

Tempo médio de solução dos chamados

Mede quanto tempo foi gasto do momento em que o chamado foi aberto até o momento em que ele foi resolvido e encerrado. Certamente as demandas mais complexas, como as do service desk, por exemplo, podem levar mais tempo para serem concluídas. É um bom indicador para avaliar a eficiência do trabalho das equipes.

Tempo médio de primeira resposta

Esse indicador é controlado com o objetivo de garantir um padrão mínimo de qualidade nos atendimentos e ajuda a evitar que algumas demandas levantadas sejam esquecidas ou postergadas.

Para acompanhá-lo, é necessário definir um tempo ideal de resposta e trabalhar com a equipe para garantir que ele seja respeitado. A meta depende da empresa, das necessidades, dos clientes, entre outras variáveis.

SLA atendidos

SLA é o acordo de nível de serviço que foi firmado entre as partes. Comparar quantos deles foram atendidos com base no total de chamados abertos ajuda a entender o padrão de qualidade da área.

Para monitorá-la, é necessário medir o tempo de atendimento e o percentual de chamados resolvidos. Assim, consegue-se saber em quanto tempo as demandas são atendidas e qual é o tempo médio de cada uma delas.

Como podemos ver, apesar de terem funções parecidas — de atendimento aos clientes e usuários —, o help desk e o service desk têm funções diferentes, ligadas ao nível de complexidade de cada chamado tratado. Melhorar o desempenho das áreas é sinônimo de garantir maior qualidade na experiência do usuário.

Fonte: Panorama Positivo

Share

  • 0

Saiba como incentivar a integração entre TI e operações

Tags : 

Share

Os dispositivos de produção estão ficando cada vez mais complexos digitalmente, exigindo uma participação cada vez maior do time de TI nos projetos de melhorias operacionais de organizações industriais.

No entanto, a união entre o departamento de TI e o de operações está longe de ser perfeita. Cada vez mais CIOs de todo o mundo estão se surpreendendo ao encontrar softwares desatualizados (inclusive sem atualizações críticas de segurança) e antiquados sendo usados em atividades críticas do negócio: controlando máquinas, sistemas de resfriamento e aquecimento, bombas, entre outros.

A evolução do mundo da tecnologia operacional, que sempre funcionou independentemente da TI, aumentou o desejo de se beneficiar de novas tecnologias como big data, internet das coisas e cloud computing e, ao mesmo tempo, a exposição de máquinas antes isoladas aos riscos do cyber espaço.

Não é shadow IT

Muitos confundem a questão da evolução da tecnologia operacional com o problema da shadow IT, porém, são preocupações completamente diferentes.

A shadow IT ocorre quando departamentos usuários de tecnologias tradicionalmente oferecidas pela TI resolvem sair desse padrão, seja por frustração em relação às regras impostas ou pela demora da TI para avaliar e adotar a nova tecnologia. A shadow IT geralmente envolve pequenas implantações, como serviços baseados na nuvem.

Quando se trata das tecnologias operacionais, por outro lado, não há familiaridade nenhuma do lado da TI, seja com a arquitetura, os fornecedores, as aplicações, as exigências e a criticidade envolvida em tempo real. É algo completamente diferente do que a maioria dos departamentos de TI está envolvida.

Precisa de especialistas para obter uma melhor integração entre os departamentos de TI e de Operações em sua empresa?

Os maiores obstáculos na integração de TI e operações

Os riscos de segurança e as preocupações com compliance e regulações governamentais tornaram a tática de “não mexer em time que está ganhando” impraticável, afinal, engenheiros e operadores, treinados para lidar com equipamentos pesados, não estão prontos para lidar com essas questões, que nunca fizeram parte de suas prioridades.

Apesar de os líderes reconhecerem a necessidade de haver integração entre TI e operações, existem vários obstáculos. Um deles é a falta de confiança entre os profissionais, que estão acostumados a trabalhar de maneira independente.

Engenheiros temem que a equipe de TI crie uma camada de burocracia e controles desnecessários. A TI, por outro lado, fica relutante em se envolver com uma série de diferentes fornecedores dos quais nunca ouviu falar, muitos, inclusive, rodando tecnologias ultrapassadas e projetados de maneira nada fácil de gerenciar.

Possíveis táticas de integração entre TI e operações

Apesar de TI e operações terem visões e prioridades distintas, ambos têm uma preocupação comum: criar sistemas eficientes, que funcionem e não quebrem.

A integração, no entanto, requer suporte do time de executivos e dos líderes dos dois departamentos. Algumas empresas, por exemplo, criaram centros de inovação em que engenheiros e líderes de TI podem explorar novas tecnologias juntos.

Outra tática é criar uma grade inteligente que exija a expertise tanto da engenharia quanto da computação. Isso significa definir cuidadosamente quais responsabilidades e tarefas serão compartilhadas, ou seja, ninguém será submetido a tarefas para as quais não está capacitado, mas todos deverão aprender a pensar juntos.

Com Network World

Share

Procure-nos para uma solução completa para o TI da sua empresa